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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL!

 















PGGA, faz um ano este mês que comemoramos juntos o seu primeiro natal e peço a você (PGGA) que nunca desista de comemorar outros natais .

Este ano quero muito ajudá-lo a fazer um natal totalmente diferente do ano passado, que seja ainda melhor!
Então garotada vamos lá com garra, atitude, inteligência e muito carinho construir o natal do PGGA. O natal mais feliz do mundo!!!!!
Sim, e lembrando, tenha UM FELIZ NATAL!!! 

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Começando a jogar: simples e com alegria.

Sabemos que o futebol é um dos esportes mais populares no mundo. Sua protagonista, que geralmente passa despercebida, é redonda como a Terra e alimenta o desejo de muitas crianças, principalmente aquelas que não tem acesso à brinquedos caros, video-game, parques de diversão. No PGGA, vemos essa alegria irradiante na categoria C1 (meninos que têm entre 08 e 10 anos), pois tratamos o futebol ludicamente. Por isso leremos uma das crônicas de Nelson Rodrigues, das muitas escritas pelo autor em seu livro "À sombra das chuteiras imortais: Crônicas de futebol.", para mostrar o prazer de jogar futebol sem "responsabilidade", um jogo simples e com alegria.

DESCOBERTA DE GARRINCHA

E eis que, pela primeira vez, um “seu” Manuel é o meu personagem da semana. Com esse nome cordial e alegre de anedota, ele tomou conta da cidade, do Brasil e, mais do que isso, da Europa. Creiam, amigos: o jogo Brasil x Rússia* acabou nos três minutos iniciais. Insisto: nos primeiros três minutos da batalha, já o “seu” Manuel, já o Garrincha, tinha derrotado a colossal Rússia, com a Sibéria e tudo o mais. E notem: bastava ao Brasil um empate. Mas o meu personagem não acredita em empate e se disparou pelo campo adversário, como um tiro. Foi driblando um, driblando outro e consta inclusive que, na sua penetração fantástica, driblou até as barbas de Rasputin.
Amigos: a desintegração da defesa russa começou exatamente na primeira vez em que Garrincha tocou na bola. Eu imagino o espanto imenso dos russos diante desse garoto de pernas tortas, que vinha subverter todas as concepções do futebol europeu. Como marcar o imarcável? Como apalpar o impalpável? Na sua indignação impotente, o adversário olhava Garrincha, as pernas tortas de Garrincha e concluía: — “Isso não existe!”. E eu, como os russos, já me inclino a acreditar que, de fato, domingo Garrincha não existiu. Foi para o público internacional uma experiência inédita. Realmente, jamais se viu, num jogo de tamanha responsabilidade, um time, ou melhor, um jogador começar a partida com um baile. Repito: — baile, sim, baile!E o que dramatiza o fato é que foi baile não contra um perna-de-pau, mas contra o time poderosíssimo da Rússia.
Só um Garrincha poderia fazer isso. Porque Garrincha não acredita em ninguém e só acredita em si mesmo. Se tivesse jogado contra a Inglaterra, ele não teria dado a menor pelota para a rainha Vitória, o lord Nelson e a tradição naval do adversário. Absolutamente. Para ele, Pau Grande, que é a terra onde nasceu, vale mais do que toda a Comunidade Britânica. Com esse estado de alma, plantou-se na sua ponta para enfrentar os russos. Os outros brasileiros poderiam tremer. Ele não e jamais. Perante a platéia internacional, era quase um menino. Tinha essa humilhante sanidade mental do garoto que caça cambaxirra com espingarda de chumbo e que, em Pau Grande, na sua cordialidade indiscriminada, cumprimenta até cachorro. Antes de começar o jogo, o seu marcador havia de olhá-lo e comentar para si mesmo, em russo: “Esse não dá pra saída!”. E, com dois minutos e meio, tínhamos enfiado na Rússia duas bolas na trave e um gol. Aqui, em toda a extensão do território nacional, começávamos a desconfiar que é bom, que é gostoso ser brasileiro.
Está claro que não estou subestimando o peito dos outros jogadores brasileiros. Deus me livre. Por exemplo: cada gol de Vavá era um hino nacional. Na defesa, Bellini chutava até a bola. E quando, no segundo tempo, Garrincha resolveu caprichar no baile, foi um carnaval sublime. A coisa virou show de Grande Otelo. E tem razão um amigo que, ouvindo o rádio, ao meu lado, sopra-me: “Isso que o Garrincha está fazendo é pior do que xingar a mãe!”. Calculo que, a essa altura, as cinzas do czar haviam de estar humilhadíssimas. O marcador do “seu” Manuel já não era um: eram três. E, então, começou a se ouvir, aqui no Brasil, na praça da Bandeira, a gargalhada cósmica, tremenda, do público sueco. Cada vez que Garrincha passava por um, o público vinha abaixo. Mas não creiam que ele fizesse isso por mal. De modo algum. Garrincha estava ali com a mesma boa-fé inefável com que, em Pau Grande, vai chumbando as cambaxirras, os pardais. Via nos russos a inocência dos passarinhos. Sim: os adversários eram outros tantos passarinhos, desterrados de Pau Grande.
Calculo que, lá pelas tantas, os russos, na sua raiva obtusa e inofensiva, haviam de imaginar que o único meio de destruir Garrincha era caçá-lo a pauladas. De fato, domingo, só a pauladas e talvez nem isso, amigos, talvez nem assim.

* Brasil 2 x 0 União Soviética, 15/6/1958, em Gotemburgo (Suécia). A URSS era apontada como o grande fantasma da Copa por seu “futebol científico”.
[Manchete Esportiva, 21/6/1958]

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Dica de leitura!

Vale ressaltar a importância de se ler na vida, seja para o meio profissional, acadêmico ou pessoal. E isto não é diferente no Projeto Social PGGA. Por isso está aberta a primeira "Dica de leitura!"sobre temas relacionados ao futebol, com o livro "Como o futebol explica o mundo. Um olhar inesperado sobre a globalização", traduzido dessa forma pela edição brasileira.
Posso dizer que é um livro recomendado para além de quem gosta de futebol, pois trata de temas ricos que o próprio futebol reflete como um espelho de nossa sociedade. A obra do jornalista norte-americano Franklin Foer, admirador do futebol, explana conflitos étnicos (antiga Iugoslávia, lembrando o episódio entre Dínamo Zagreb - time croáta - e Estrela Vermelha - time sérvio, em 1990), religiosos (Celtic e Rangers, católicos e protestantes), corrupção (cartolas brasileiros), entre outros de caráter político (como no caso do Irã, com a participação das mulheres).
Podemos assim, enxergar o contexto do capitalismo, mais especificamente a globalização, que apesar do caráter universal e cosmopolita, ainda se resguarda a influência local, demonstrando assim a riqueza do dinamismo da cultura futebolística. Apesar da força de instituições poderosas como a FIFA, que tentam universalizar o futebol com suas regras, padrões, campeonatos, movimentações econômicas, entre outras exigências, vemos que o futebol em si desliza com sua miscigenação de atletas e equipes técnicas, não se tornando um esporte homogeneizado.
O interessante de ler este livro é perceber que o futebol é mais do que um mero esporte; mais que um tipo de arte; mais até que um modo de vida; ele é inter/trans/multifacetado, um emaranhado de teias sociais que por si só fala, mostra e representa questões políticas e culturais complexas, envolvendo uma relação entre jogos de poderes, seja no lar ou em países. Cabe a cada um escolher seu foco ou enxergar com base em sua subjetividade. Como o próprio jogo, profissional ou amador, está aberto a diversas interpretações.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

DIA DAS CRIANÇAS

Todos nós já fomos crianças um dia! Ser criança é ser puro, genial, inventivo, ousado, danado... muitos, apesar da idade, são crianças. Esta primeira postagem do nosso blog faz referência ao dia das crianças, e vale ilustrar esse momento único de nossas vidas com as fotos do evento realizado pelo Projeto Social PGGA no dia 12 de outubro de 2009. Este dia foi recheado de brincadeiras e diversão, desde a caminhada até o rio Gulandy (localizado em Cobé, distrito de Vera Cruz/RN), onde houve uma palestra sobre "O que é ser criança hoje?", ressaltando que criança é o hoje, e logo após caminhamos até o campo de futebol do Brasil Esporte Clube (clube local) para realização de brincadeiras como tica, coelho passa, estátua, mirim, barra à barra, etc., lanche e presentes.
Palestra "O que é ser criança hoje?"

Momento de descontração... nada melhor que um banho no Gulandy.
O interessante é que a criança é um filósofo em iniciação. Cheio de indagações, querendo descobrir o mundo, entender as coisas, e principalmente falar o que pensa. O tema de nossa palestra foi instigante para todos meninos presentes.
Depois da conversa e uma boa caminhada às 7 horas da manhã...

Neste dia, que completou um ano a dois dias atrás, vivemos a infância como ela é, até a equipe do Projeto Social PGGA entrou em nostalgia com o momento vivido. A foto abaixo finaliza esta postagem com tudo que uma criança tem de melhor, o sorriso de felicidade!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Blog em Construção. Aguardem...

O blog do Projeto Social PGGA está em processo de construção. Aguardem, pois com certeza logo teremos informações gerais do PGGA em si, além de materiais relacionados à atuação do mesmo em vários contextos.